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February 25, 2021

Conheça as tentativas de fraudes e golpes financeiros mais comuns com o Pix

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Conheça as tentativas de fraudes e golpes financeiros mais comuns com o Pix e saiba como evitá-los

 

FEBRABAN, bancos e parceiros promovem até sexta-feira (26) a 1ª edição da Semana da Segurança Digital de 2021 com o objetivo de alertar o consumidor para o uso seguro da internet e dos canais digitais.

A FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos e 30 bancos intensificam até sexta-feira (26) suas ações de comunicação para contribuir com o uso seguro da internet e dos canais digitais contra golpes e fraudes no ambiente digital. A ação faz parte da 1ª edição da Semana da Segurança Digital de 2021, que começou na última segunda-feira (22), e orienta a população a se prevenir de fraudes, que geram prejuízos financeiros e dão muita dor de cabeça ao consumidor.

Neste ano, os participantes, que incluem parceiros como o Banco Central, associações, empresas e as polícias Civil e Federal, estão divulgando dicas de como se prevenir dos principais golpes e fraudes digitais que dão dor de cabeça aos consumidores, entre eles, golpes que envolvem o Pix, o novo sistema de pagamento instantâneo, que permite pagamentos e transferências de dinheiro durante 24 horas por dia, 7 dias por semana, em até 10 segundos.

As tentativas de golpe registradas com o Pix e relatadas por instituições financeiras foram identificadas como ataques de phishing, que usam técnicas de engenharia social, que consistem em enganar o indivíduo para que ele forneça informações confidenciais, como senhas e números de cartões. Com a pandemia do novo coronavírus, criminosos estão aproveitando o maior tempo online das pessoas e o aumento das transações digitais devido ao isolamento social para aplicar golpes financeiros.

Conheça a seguir os principais golpes envolvendo o Pix e saiba como se prevenir

Golpe da clonagem do Whatsapp

Entre os meios usados pelos bandidos está o Whatsapp. Os criminosos enviam uma mensagem pelo aplicativo fingindo ser de empresas em que a vítima tem cadastro. Eles solicitam o código de segurança, que já foi enviado por SMS pelo aplicativo, afirmando se tratar de uma atualização, manutenção ou confirmação de cadastro.

Com o código, os bandidos conseguem replicar a conta de WhatsApp em outro celular. A partir daí, os criminosos enviam mensagens para os contatos da pessoa, fazendo-se passar por ela, pedindo dinheiro emprestado por transferência via Pix.

Uma medida simples para evitar que o WhatsApp seja clonado é habilitar, no aplicativo, a opção “Verificação em duas etapas” Configurações/Ajustes > Conta > Verificação em duas etapas. Desta forma, é possível cadastrar uma senha que será solicitada periodicamente pelo app. Essa senha não deve ser enviada para outras pessoas ou digitadas em links recebidos.

Golpe de engenharia social com Whatsapp

Em outra fraude que usa o Whatsapp, o criminoso escolhe uma vítima, pega sua foto em redes sociais, e, de alguma forma, consegue descobrir números de celulares de contatos da pessoa. Com um novo número de celular, manda mensagem para amigos e familiares da vítima, alegando que teve de trocar de número devido a algum problema, como, por exemplo, um assalto. A partir daí, pede uma transferência via Pix, dizendo estar em alguma situação de emergência.

Nesta fraude, o bandido nem precisa clonar o whatsapp da pessoa, e usa a estratégia de pegar dados pessoais da vítima e de seus contatos. A FEBRABAN alerta que é preciso ter muito cuidado com a exposição de dados em redes sociais, como, por exemplo, em sorteios e promoções que pedem o número de telefone do usuário.
Ao receber uma mensagem de algum contato com um número novo, é preciso certificar-se que a pessoa realmente mudou seu número de telefone. O cliente sempre deve suspeitar quando recebe uma mensagem de algum contato que solicita dinheiro de forma urgente. Não faça o Pix ou qualquer tipo de transferência até falar com a pessoa que está solicitando o dinheiro.

Golpe do falso funcionário de banco e das falsas centrais telefônicas

Outros golpes praticados são os do falso funcionário e falsas centrais telefônica de instituições financeiras. O fraudador entra em contato com a vítima se passando por um falso funcionário do banco ou empresa com a qual o cliente tem um relacionamento ativo. O criminoso oferece ajuda para que o cliente cadastre a chave Pix, ou ainda diz que o usuário precisa fazer um teste com o sistema de pagamentos instantâneos para regularizar seu cadastro, e o induz a fazer uma transferência bancária.

É importante ressaltar que os dados pessoais do cliente jamais são solicitados ativamente pelas instituições financeiras, tampouco funcionários de bancos ligam para clientes para fazer testes com o Pix. Na dúvida, sempre procure seu banco para obter esclarecimentos.

Golpe do bug do Pix

Outra ação criminosa que está sendo praticada por quadrilhas e que envolvem o Pix é o golpe do “bug” (falha que ocorre ao executar algum sistema eletrônico). Mensagens e vídeos disseminados pelas redes sociais por bandidos afirmam que, graças a um “bug” no Pix, é possível ganhar o dobro do valor que foi transferido para chaves aleatórias. Entretanto, ao fazer este processo, o cliente está enviando dinheiro para golpistas.

Os canais oficiais do Banco Central já alertaram que não há qualquer “bug” no Pix. A FEBRABAN ressalta que o cliente sempre deve desconfiar de mensagens que prometem dinheiro fácil e que chegam pelas redes sociais ou e-mail.

Segurança

De acordo com Adriano Volpini, diretor da Comissão Executiva de Prevenção a Fraudes da FEBRABAN, os bancos estão usando toda sua expertise com todos os sistemas de pagamentos agora para o Pix. Para isso contam com as melhores tecnologias e o que há de mais moderno em relação à segurança cibernética e prevenção a fraudes.

Volpini afirma que os cuidados que o cliente deverá ter na hora de fazer uma transação através do PIX deverão ser os mesmos que adota ao fazer qualquer transação financeira. “Sempre é necessário checar os dados do recebedor da transação Pix (pagamento ou transferência), seja para uma pessoa ou um estabelecimento comercial”, afirma.

O cadastramento das chaves Pix também deve ser feito diretamente nos canais oficiais das instituições financeiras, como o aplicativo bancário, internet banking, agências ou através de contato feito pelo cliente à central de atendimento. “O consumidor não deve clicar em links recebidos por e-mails, pelo WhatsApp, redes sociais e por mensagens de SMS, que direcionam o usuário a um suposto cadastro da chave do Pix”, diz.

Sobre a Semana de Segurança Digital

A Semana da Segurança Digital está em sua terceira edição, e o setor bancário se alinha mais uma vez a ações similares desenvolvidas tanto Estados Unidos desde 2003, como na Europa, desde 2012, e que envolvem vários setores da economia.

Até sexta-feira (26), os participantes divulgarão dicas de como se prevenir dos principais golpes e fraudes digitais. Cada participante desenvolverá livremente suas ações de conscientização para seus clientes.

Para saber mais sobre os participantes e outras dicas de prevenção a fraudes e golpes no mundo digital, clique em:
https://portal.febraban.org.br/noticia/3599/pt-br/

 

 

fonte: https://cooperativismodecredito.coop.br/2021/02/conheca-as-tentativas-de-fraudes-e-golpes-financeiros-mais-comuns-com-o-pix-e-saiba-como-evita-los/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+CooperativasDeCreditoNoBrasilENoMundo+%28Portal+do+Cooperativismo+Financeiro%29

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November 2, 2021

Cooperativas são ainda mais importantes em tempos difíceis

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Muito foi comentado quanto aos impactos desastrosos da pandemia da covid-19 sobre toda a economia, e como a crise sanitária fez com que o mundo buscasse reinventar novas formas de organização, sobretudo no trabalho. Adaptação, embora seja uma capacidade inata ao ser humano, foi uma habilidade exigida de todos nós, em grandes doses, ao longo de 2020.

Destaco, nesse contexto, o importante papel de um segmento que surgiu com força no Brasil, na década de 1990, mas ainda é visto com um certo ar de novidade: o cooperativismo. O modelo cooperativista, desde sempre, nos ensinou o que é trabalhar em rede, de modo colaborativo e sustentável, somando forças para alcançar um resultado que seja bom para todos. Uma visão de negócio, trabalho e sociedade que não pode ser desprezada, em especial neste momento em que precisamos fazer com que a economia volte a girar, para ter emprego e renda.

No setor agrícola, sua importância ganha ainda maior dimensão. De acordo com dados do Censo Agropecuário do IBGE, de 2017, 48% de tudo que é produzido no campo passa, de alguma forma, por uma cooperativa. Além disso, o agronegócio, se não salvou, ajudou, e muito, para reduzir o tombo da economia brasileira em 2020. E promete ser o motor de recuperação econômica nos próximos anos.

As cooperativas, certamente, poderão continuar colaborando muito com o desenvolvimento local das cidades, com a agricultura, a pecuária, a piscicultura e outros segmentos econômicos. E não estamos falando apenas das cooperativas agropecuárias. As cooperativas de crédito são para o produtor rural importantes canais de incentivos para aquisição de maquinário e, principalmente, com a oferta de serviços de tecnologia. Aliás, essas cooperativas têm exercido um papel crucial na inclusão do campo, na era digital, disponibilizando aos produtores serviços tecnológicos de ponta, como mapeamentos digitais que eles não teriam condições de adquirir por outra via, além de cursos técnicos de excelência em agronegócio, que colocam o pequeno e médio produtor em contato com práticas inovadoras e mais eficientes.

Pelo que oferecem, não há dúvidas de que as cooperativas têm espaço garantido — e relevante — em especial neste momento difícil da economia, oferecendo serviços a um custo bem mais baixo à sociedade. Sem falar no enorme potencial inexplorado nesse setor no Brasil, quando comparado a países europeus nos quais o cooperativismo é muito mais forte.

O último Censo Global do Cooperativismo, realizado pela Organização das Nações Unidas (ONU), apontou a existência de mais de 2,6 milhões de cooperativas em todo o mundo, somando mais de 1 bilhão de membros e clientes, gerando acima de 12,6 milhões de postos de trabalho. A França é o país com maior número de cooperados e, de acordo com a edição de 2016 do Observatório Mundial das Cooperativas, lá estão as três maiores cooperativas mundiais.

No Brasil, segundo dados da Organização das Cooperativas Brasileiras, o retorno gerado à sociedade, em 2018, chegou a R$ 16 bilhões. Entre 2011 e 2018, o número de pessoas que se uniram a esse tipo de iniciativa cresceu 62%, causando um incremento de 43% na criação de empregos, de acordo com dados do anuário do cooperativismo 2019.

Não são números tímidos, mas ainda há muito que explorar no vasto campo das cooperativas, que não está apenas no setor agrícola e financeiro, mas também na indústria, habitação, saúde, dentre outros.

Quanto às cooperativas de crédito, novas possibilidades surgem com um projeto de modernização da Lei Complementar 130, aprovada em 2009. O projeto visa garantir condições mais favoráveis para que elas possam ampliar seu alcance de atuação e enfrentar a atualidade econômica do setor. O próprio Banco Central sinalizou que pretende flexibilizar as regras do segmento para dobrar a participação de cooperativas de crédito no sistema financeiro até 2022. Hoje, o segmento representa cerca de 10% do setor e a meta é que a fatia chegue a 20%.

Recentemente, outras duas resoluções também trouxeram boas novas para o setor. A sanção da Lei nº 14.109/2020, que facilitará a conectividade no campo, e a aprovação, pela Câmara dos Deputados, do Projeto de Lei Complementar 146/19, que institui o Marco Legal das Startups.

A primeira libera recursos represados do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) para serem utilizados como linhas de crédito, investimentos estatais ou garantia para projetos do setor e inclui as cooperativas na permissão de utilização desses recursos. As próprias cooperativas de infraestrutura poderão oferecer os serviços de assistência técnica, levando a Internet às cooperativas agrícolas e às propriedades rurais.

O Marco Legal das Startups, como teve as cooperativas incluídas em seu artigo 4º, tem potencial de desburocratizar o setor, criando incentivos como regime tributário simplificado e linhas de crédito específicas, o que é essencial para atrair cada vez mais cooperados. Como se vê, são boas as perspectivas para o cooperativismo, em 2021, o que nos dá algum alento, sobretudo na fase pós-pandemia que se desenha com a chegada da vacinação. As cooperativas darão um suporte essencial em suas respectivas comunidades, permitindo que seus trabalhadores prestem serviços e tenham melhores condições de competitividade. Muito além disso, oferecendo à sociedade produtos de qualidade a preço justo.

fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2021/02/4905183-cooperativas-sao-ainda-mais-importantes-em-tempos-dificeis.html

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January 19, 2021

Cooperativismo alcança mais de 15,5 milhões de cooperados no Brasil

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Um dos indicadores mais importantes para o cooperativismo, os cooperados são peça fundamental para o movimento. São eles que motivam a existência e o trabalho diário de nossas cooperativas. Atualmente, o cooperativismo brasileiro conta com 5.314 cooperativas e 15,5 milhões de pessoas cooperando para um mundo melhor. Esses e outros dados estão disponíveis no Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2020, desenvolvido pelo Sistema OCB.

Apesar da crise e dos desafios impostos pela pandemia da Covid-19, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, ressalta que o movimento cooperativista continua crescendo e se destacando como um agente importante na economia nacional. “E é assim que nós queremos ver o nosso modelo de negócios, se posicionando como um setor cada vez mais eficiente e competitivo. Com lideranças inovadoras e uma gestão profissionalizada e disruptiva, trocando o tradicional pela coragem de fazer diferente e a ousadia em buscar o novo. Somos um sistema que trabalha diariamente pelo desenvolvimento sustentável de todo o cooperativismo brasileiro, e assim continuaremos”, afirma o dirigente.

Número de Empregados

Em 2019, a população ocupada do Brasil cresceu 2,5% quando comparada ao ano imediatamente anterior. Tal percentual retrata o maior avanço obtido para o indicador desde 2013. O cooperativismo segue essa mesma trajetória de crescimento gerando 427.576 empregos.

Desempenho do cooperativismo brasileiro

O balanço divulgado no Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2020 aponta o faturamento de R$ 308,8 bilhões. A eficiência econômica das cooperativas brasileiras também se evidencia através das sobras apuradas, atingindo o valor de R$ 14,8 bilhões. Em patrimônio líquido, as cooperativas alcançaram R$ 126,4 bilhões, enquanto que no ativo total o valor registrado foi de R$ 494,3 bilhões.

 

fonte: https://cooperativismodecredito.coop.br/2021/01/cooperativismo-alcanca-mais-de-155-milhoes-de-cooperados-no-brasil/

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January 19, 2021

Cooperativismo ganha força como impulsionador da economia em 2021

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Segundo os últimos dados disponíveis pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), de 2018, as quase 7 mil cooperativas atuantes no país empregam 425 mil pessoas e atendem aproximadamente 14,6 milhões de brasileiros. Apesar do hiato no fornecimento de dados, o cooperativismo tende a ser um dos grandes impulsionadores da economia em 2021, especialmente com os aprendizados trazidos pela pandemia ao longo de 2020. O momento também auxilia o segmento a quebrar barreiras nos centros urbanos, onde sempre encontraram mais dificuldades de penetração em comparação com cidades do interior.

As crises política, econômica e pandêmica vividas pelo Brasil nos últimos anos são grandes responsáveis pela busca por soluções coletivas. “Quanto mais as pessoas percebem que não estão encontrando serviços no mercado tradicional, mais acabam exercitando essas ferramentas coletivas. O cooperativismo nada mais é do que um grupo de pessoas com objetivos em comum dando acesso a essas ferramentas ou serviços para outras pessoas”, explica Mauri Alex de Barros Pimentel, diretor financeiro do Instituto Brasileiro de Estudos em Cooperativismo e professor convidado do ISAE Escola de Negócios.

Crescimento na pandemia

Para ilustrar esse raciocínio, Pimentel cita a apresentação feita pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, no final de novembro. Nela, o presidente do BC destacou a importância do cooperativismo de crédito ao longo da pandemia: teve crescimento de 48,5% na carteira de crédito de pessoas jurídicas, quase o dobro do observado no setor financeiro como um todo. Campos Neto destacou o papel de inclusão realizado pelas cooperativas, que promovem inclusão financeira para muitas pessoas.

Estima-se que existam cerca de 400 cidades do país cuja única instituição financeira é uma cooperativa. A presença delas é a garantia de que muitas pessoas não precisem viajar para ter acesso ao dinheiro, fazendo com que mais recursos circulem pelas próprias cidades. “Quando o cooperativismo ingressa nessas regiões divide melhor a renda e gera desenvolvimento efetivo. Pesquisas da USP mostram que, nos locais onde há a presença efetiva de cooperativismo de crédito, os recursos liberados refletem no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)”, cita Pimentel.

Não se pode esquecer que o cooperativismo é responsável por significativa parte do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, visto que boa fatia do agronegócio do país se organiza desta maneira. Em 2020, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o agro deve crescer 1,5% -- para 2021, a projeção é de 1,2%. O agronegócio representou 21,4% do total do PIB em 2019.

Concessões de crédito

Pesquisa realizada pelo Sebrae entre abril e julho, com mais de 6 mil entrevistados, mostrou que as cooperativas foram a salvaguarda de muitos micro e pequenos empresários. Dos cerca de 30% de respondentes que alegaram ter buscado empréstimo, apenas 11,3% deles tiveram sucesso na demanda. Segundo o estudo, instituições financeiras cooperativas emprestaram mais do que bancos privados e públicos. Em determinado momento do ano, as cooperativas concediam 31% dos recursos demandados, enquanto os bancos privados e públicos tinham, respectivamente, 12% e 9%.

“As cooperativas são muito mais efetivas na concessão de crédito. Por estarem próximas de seus cooperados, mitigam mais esse risco do que os bancos. Atualmente, porém, 90% dos pedidos vão para os bancos tradicionais”, afirma. Há tendência de que, com a maior liberação de recursos por essas instituições, elas possam ser mais procuradas. “As cooperativas crescem muito na crise. A pandemia foi uma oportunidade, já que neste momento as empresas típicas do capitalismo, que visam o lucro e o mercado de acionistas, têm mais medo do que o normal”, avalia o professor do ISAE.

Estas iniciativas e resultados concretos, assim como um investimento na divulgação do cooperativismo, tendem a auxiliar na conquista do público nos centros urbanos. “Aos poucos, essas barreiras estão sendo quebradas. No segmento crédito e saúde, há muitas cooperativas de destaque também em capitais”, complementa Mauri Alex de Barros Pimentel.

 

fonte: http://www.cooperativismo.org.br/Noticias/49523/Cooperativismo-ganha-forca-como-impulsionador-da-economia-em-2021

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